quinta-feira, 5 de maio de 2011
Dia do resgate, 7 de maio às 7 da manhã
No próximo dia 7 de maio, sábado, às 7h da manhã, a IURD fará uma reunião especial nos Cenáculos do Espírito Santo estaduais e regionais de todo o País, para o reavivamento da fé das pessoas que estão caídas e afastadas da presença de Deus. A data e hora não foram escolhidas por acaso, pois 7 é o número de Deus. Não deixe que o desânimo, a preguiça, o cansaço ou qualquer outro motivo lhe impeça de comparecer ou levar um conhecido, amigo ou familiar que precise ser fortalecido na fé.
No Cenáculo de Santo Amaro, em São Paulo, eu, o bispo Romualdo e o bispo Guaracy estaremos em jejum, clamando por aqueles que um dia tiveram um encontro verdadeiro com Deus e que, por circunstâncias da vida, vieram a esfriar-se na fé.
A fé é o Espírito de Deus em ação dentro de nós, e o segredo para a pessoa não cair é que ela tenha sua fé sempre em atividade. Se você está firme com Deus, compareça e fortaleça-se ainda mais. Se você conhece alguém que esteja caído, não deixe de convidar essa pessoa e fazer o possível para que ela compareça a esta reunião de libertação. Se não permitirmos que Deus nos use para sermos canais para ajudar outras pessoas, certamente seremos corrompidos pelo mundo.
No Cenáculo de Santo Amaro, em São Paulo, eu, o bispo Romualdo e o bispo Guaracy estaremos em jejum, clamando por aqueles que um dia tiveram um encontro verdadeiro com Deus e que, por circunstâncias da vida, vieram a esfriar-se na fé.
A fé é o Espírito de Deus em ação dentro de nós, e o segredo para a pessoa não cair é que ela tenha sua fé sempre em atividade. Se você está firme com Deus, compareça e fortaleça-se ainda mais. Se você conhece alguém que esteja caído, não deixe de convidar essa pessoa e fazer o possível para que ela compareça a esta reunião de libertação. Se não permitirmos que Deus nos use para sermos canais para ajudar outras pessoas, certamente seremos corrompidos pelo mundo.
domingo, 1 de maio de 2011
Por que não foi à Igreja?
1 – Foi dormir tarde sábado à noite e de manhã fica muito cansada para se levantar: Fica a ver televisão até de madrugada; a conversar com conhecidos, desnecessariamente até altas horas da noite; fica preso à leitura de um livro e, principalmente, fica na Internet até tarde.
2 – Perde a hora: Esquece-se de accionar o despertador, acorda e volta a dormir (o famoso “vou dormir só mais 5 minutos!”) mas, quando se dá conta, já passou da hora de ir para a Igreja.
3 – Sente um mal-estar: Sente dores no corpo, dor de cabeça, tonturas, náuseas e tem sintomas de mal-estar geral, tudo no momento de sair de casa para ir à Igreja.
4 – Depois de acordada, sente um desânimo: Começa a pensar nas injustiças, problemas, desprezo por que está a passar e acaba por ficar convencida de que ir à Igreja, não compensa.
5 – Alguém de casa faz pouco da sua disposição: É pressionada por familiares em relação ao “porquê” de se levantar cedo e se arranjar para ir à Igreja, é ridicularizada por ter essa disposição.
6 – Recebe uma visita inesperada: Um parente, um amigo, um vizinho ou um conhecido chega justamente na hora de ir à Igreja.
7 – Sabe que vai encontrar alguém com quem teve um problema: Sabe que irá encontrar alguém que não quer ver: uma ex-namorada, ex-esposa, patrão, cliente, alguém a quem ela está a dever dinheiro ou um antigo desafecto.
8 – Antes de sair, recebe uma má notícia: Recebe um telefonema, chega uma correspondência, ou alguém com uma má notícia para desanimá-la completamente.
9 – Fica à espera de alguém: Fica à espera de alguém para ir com ela, e esse alguém acaba por faltar ao compromisso, ela acaba por faltar também por ter ficado na dependência daquela pessoa.
10 – Aborrece-se no carro ou nos transportes com um familiar: A caminho da Igreja, começa um desentendimento com familiares sobre um tema que não tem nada a ver com Deus.
11 – Perde-se no caminho: Toma a rua errada, distrai-se facilmente e logo se desmotiva. A distância de casa para a Igreja é grande, por isso chateia-se e volta para casa.
12 – Acontece um acidente: Acontece um acidente no caminho, por isso, fica logo intimidada e desiste de ir.
13 – No percurso, vê alguém da Igreja a dar um mau exemplo: Ao ver uma pessoa que participa nas Reuniões da Igreja a comportar-se de uma forma inadequada na rua, acaba por julgar, escandalizar-se e muda o seu rumo.
14 – Quando chega à porta, entram-lhe as dúvidas: Ao chegar à porta da Igreja, entram-lhe dúvidas se Deus irá ou não respondê-la, por isso, decide regressar.
15 – É maltratada por pessoas desconhecidas: No caminho, pessoas completamente desconhecidas insultam-na, ofendem-na e humilham-na sem nenhum motivo aparente.
16 – Sente-se acusada: Ao sentar-se sente-se sem condições de ali estar pelos muitos erros cometidos, por isso, levanta-se e vai-se embora.
17 – Houve mudanças de Bispo ou Pastor: Não se identifica com o novo Bispo ou Pastor, não gosta da Reunião e, por isso, acha-se no direito de não ir aos Domingos pela manhã.
18 – Não hoje, mas amanhã ou na semana que vem: Decide que não irá à Igreja por qualquer motivo e conforta-se com o pensamento de que ir noutro dia qualquer compensará por aquela ausência.
O que diremos a estes motivos, quando um deles se manifesta?
Está amarrada a força do mal que quer impedir o meu crescimento espiritual, causando isto para que eu não vá à Igreja. Sai do meu caminho agora, em nome do Senhor Jesus, porque eu estou a buscar a DEUS e com Ele andarei!
2 – Perde a hora: Esquece-se de accionar o despertador, acorda e volta a dormir (o famoso “vou dormir só mais 5 minutos!”) mas, quando se dá conta, já passou da hora de ir para a Igreja.
3 – Sente um mal-estar: Sente dores no corpo, dor de cabeça, tonturas, náuseas e tem sintomas de mal-estar geral, tudo no momento de sair de casa para ir à Igreja.
4 – Depois de acordada, sente um desânimo: Começa a pensar nas injustiças, problemas, desprezo por que está a passar e acaba por ficar convencida de que ir à Igreja, não compensa.
5 – Alguém de casa faz pouco da sua disposição: É pressionada por familiares em relação ao “porquê” de se levantar cedo e se arranjar para ir à Igreja, é ridicularizada por ter essa disposição.
6 – Recebe uma visita inesperada: Um parente, um amigo, um vizinho ou um conhecido chega justamente na hora de ir à Igreja.
7 – Sabe que vai encontrar alguém com quem teve um problema: Sabe que irá encontrar alguém que não quer ver: uma ex-namorada, ex-esposa, patrão, cliente, alguém a quem ela está a dever dinheiro ou um antigo desafecto.
8 – Antes de sair, recebe uma má notícia: Recebe um telefonema, chega uma correspondência, ou alguém com uma má notícia para desanimá-la completamente.
9 – Fica à espera de alguém: Fica à espera de alguém para ir com ela, e esse alguém acaba por faltar ao compromisso, ela acaba por faltar também por ter ficado na dependência daquela pessoa.
10 – Aborrece-se no carro ou nos transportes com um familiar: A caminho da Igreja, começa um desentendimento com familiares sobre um tema que não tem nada a ver com Deus.
11 – Perde-se no caminho: Toma a rua errada, distrai-se facilmente e logo se desmotiva. A distância de casa para a Igreja é grande, por isso chateia-se e volta para casa.
12 – Acontece um acidente: Acontece um acidente no caminho, por isso, fica logo intimidada e desiste de ir.
13 – No percurso, vê alguém da Igreja a dar um mau exemplo: Ao ver uma pessoa que participa nas Reuniões da Igreja a comportar-se de uma forma inadequada na rua, acaba por julgar, escandalizar-se e muda o seu rumo.
14 – Quando chega à porta, entram-lhe as dúvidas: Ao chegar à porta da Igreja, entram-lhe dúvidas se Deus irá ou não respondê-la, por isso, decide regressar.
15 – É maltratada por pessoas desconhecidas: No caminho, pessoas completamente desconhecidas insultam-na, ofendem-na e humilham-na sem nenhum motivo aparente.
16 – Sente-se acusada: Ao sentar-se sente-se sem condições de ali estar pelos muitos erros cometidos, por isso, levanta-se e vai-se embora.
17 – Houve mudanças de Bispo ou Pastor: Não se identifica com o novo Bispo ou Pastor, não gosta da Reunião e, por isso, acha-se no direito de não ir aos Domingos pela manhã.
18 – Não hoje, mas amanhã ou na semana que vem: Decide que não irá à Igreja por qualquer motivo e conforta-se com o pensamento de que ir noutro dia qualquer compensará por aquela ausência.
O que diremos a estes motivos, quando um deles se manifesta?
Está amarrada a força do mal que quer impedir o meu crescimento espiritual, causando isto para que eu não vá à Igreja. Sai do meu caminho agora, em nome do Senhor Jesus, porque eu estou a buscar a DEUS e com Ele andarei!
Fale Vida
Um cientista decidiu fazer uma experiência especial. Mas para que essa experiencia desse certo, ela teria que ser feita num lugar onde as pessoas vivem numa comunidade pequena mas unida, para que pudessem seguir todas as instruções do cientista. Então ele viajou para um vilarejo muito pequeno no meio da África, e foi ali que ele pôs o seu plano em ação. Ele instruiu todas as pessoas na vila que a partir daquele momento, eles só iriam falar se tivessem algo de bom para dizer. Então, se aquilo que eles iriam falar não fosse beneficiar alguém, ou fazer com que a comunidade melhorasse de alguma forma, eles não diriam absolutamente nada.
Quando a experiência iniciou e o cientista começou a tomar notas, e a primeira coisa que ele reparou foi que, já que eles não eram permitidos a falar de coisas negativas, ou fofocas, as pessoas começaram a falar muito menos. Desta forma, já que existiam longos períodos de silencio, a produtividade e concentração no trabalho melhorou muito, e a vila que outrora era desorganizada, se tornou uma das mais eficazes naquela área. E já que as pessoas não tinham como falar mal de ninguém, as brigas, discórdias e rebeliões cessaram por completo.
Mas talvez a maior mudança de todas, foi que já que eles só falavam coisas positivas, eles começaram a acreditar que nada lhes era impossível. Como não podiam mencionar coisas negativas, sempre que tinham um problema eles sempre iam em frente sem se queixar, ao invés de dizer que os problemas eram grandes demais. Eles aprenderam a falar palavras de vida, e assim venciam todos os seus problemas.
Seis meses depois aquela vila pequenina já não mais existia e agora ali estava uma metrópole onde pessoas viviam em prosperidade e felicidade, e onde outros também vinham para aprender deste grande exemplo.
Imagine se você fizer esta mesma experiencia na sua vida. Se toda a vez que você fosse falar, só saíssem palavras de vida da sua boca, como estaria a sua vida agora?
Quando a experiência iniciou e o cientista começou a tomar notas, e a primeira coisa que ele reparou foi que, já que eles não eram permitidos a falar de coisas negativas, ou fofocas, as pessoas começaram a falar muito menos. Desta forma, já que existiam longos períodos de silencio, a produtividade e concentração no trabalho melhorou muito, e a vila que outrora era desorganizada, se tornou uma das mais eficazes naquela área. E já que as pessoas não tinham como falar mal de ninguém, as brigas, discórdias e rebeliões cessaram por completo.
Mas talvez a maior mudança de todas, foi que já que eles só falavam coisas positivas, eles começaram a acreditar que nada lhes era impossível. Como não podiam mencionar coisas negativas, sempre que tinham um problema eles sempre iam em frente sem se queixar, ao invés de dizer que os problemas eram grandes demais. Eles aprenderam a falar palavras de vida, e assim venciam todos os seus problemas.
Seis meses depois aquela vila pequenina já não mais existia e agora ali estava uma metrópole onde pessoas viviam em prosperidade e felicidade, e onde outros também vinham para aprender deste grande exemplo.
Imagine se você fizer esta mesma experiencia na sua vida. Se toda a vez que você fosse falar, só saíssem palavras de vida da sua boca, como estaria a sua vida agora?
A Lição do Ratinho
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali... Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado!
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos
sábado, 30 de abril de 2011
Triste testemunho
Steven esteve na Obra de Deus há quase 2 anos. Nesse período, estava em Bogotá, Colômbia, quando foi transferido para Maicao, no mesmo país, para auxiliar numa igreja. Desde que ele entrou na Obra, sua mãe sempre ligava para saber como estava, e pedia para ele voltar para casa porque sentia muito sua falta, e que estava doente. Sua tia também ligava, falando a mesma coisa. Ele, por sua vez, já não estava envolvido com as coisas de Deus, e sempre reclamava que em Maicao fazia muito calor, a água era fria para tomar banho, que não tinha conforto, entre outras coisas, ou seja, começou a olhar para a condição do lugar, preocupando-se com sua própria vida.
Ele comentou que já não orava, tampouco jejuava, e deixou de se preocupar com as almas que Deus havia confiado em suas mãos, consequentemente, já não tinha comunhão com Deus, até que resolveu abandonar tudo e voltar para a casa dos pais.
Quando chegou a sua cidade, foi até a igreja, procurou o pastor e explicou o caso. Comentou que gostaria de ajudar, que continuaria na igreja, e não queria ser mais auxiliar, somente membro, ou até mesmo obreiro. Mas isso durou apenas uma semana, na qual participou das reuniões, pois no bairro onde morava, encontrou-se com supostos antigos “amigos” que conhecia antes de ir para igreja.
A partir de então, não voltou mais à igreja. O pastor procurou saber o porquê ele não havia mais voltado, mas ele disse que não queria mais ir à igreja, nem queria falar nada. Os obreiros sempre insistiam para ele voltar, mas ele negava.
Começou a sair para festas, bares, ficava toda a noite fora de casa, não escutava mais ninguém, nem a própria mãe. Bebia toda a noite, até perder a noção. Esse período durou quase 4 meses, até que em uma dessas noites, no sábado, dia 7 de agosto de 2010, quando voltava para casa, ele foi abordado por um rapaz que perguntou seu nome e, em seguida, lhe feriu com três tiros na cabeça.
Ele entrou em coma e sua mãe comentou que os médicos disseram que ele já havia perdido um olho, e que era muito grave o seu estado de saúde; que era quase impossível para a medicina, porque ele tinha sangue no cérebro, e se sobrevivesse, seria um rapaz que sofreria com problemas mentais. Ele estava sobrevivendo por aparelhos e o cérebro já não reagia.
Sua mãe diz que ele foi confundido com outra pessoa, e que se soubesse que isso passaria, não o teria deixado sair da Obra de Deus.
Ainda em estado vegetativo, o hospital o mandou para casa. Depois de uma semana em casa, ele faleceu, em 24 de setembro de 2010, numa sexta-feira.
Ele comentou que já não orava, tampouco jejuava, e deixou de se preocupar com as almas que Deus havia confiado em suas mãos, consequentemente, já não tinha comunhão com Deus, até que resolveu abandonar tudo e voltar para a casa dos pais.
Quando chegou a sua cidade, foi até a igreja, procurou o pastor e explicou o caso. Comentou que gostaria de ajudar, que continuaria na igreja, e não queria ser mais auxiliar, somente membro, ou até mesmo obreiro. Mas isso durou apenas uma semana, na qual participou das reuniões, pois no bairro onde morava, encontrou-se com supostos antigos “amigos” que conhecia antes de ir para igreja.
A partir de então, não voltou mais à igreja. O pastor procurou saber o porquê ele não havia mais voltado, mas ele disse que não queria mais ir à igreja, nem queria falar nada. Os obreiros sempre insistiam para ele voltar, mas ele negava.
Começou a sair para festas, bares, ficava toda a noite fora de casa, não escutava mais ninguém, nem a própria mãe. Bebia toda a noite, até perder a noção. Esse período durou quase 4 meses, até que em uma dessas noites, no sábado, dia 7 de agosto de 2010, quando voltava para casa, ele foi abordado por um rapaz que perguntou seu nome e, em seguida, lhe feriu com três tiros na cabeça.
Ele entrou em coma e sua mãe comentou que os médicos disseram que ele já havia perdido um olho, e que era muito grave o seu estado de saúde; que era quase impossível para a medicina, porque ele tinha sangue no cérebro, e se sobrevivesse, seria um rapaz que sofreria com problemas mentais. Ele estava sobrevivendo por aparelhos e o cérebro já não reagia.
Sua mãe diz que ele foi confundido com outra pessoa, e que se soubesse que isso passaria, não o teria deixado sair da Obra de Deus.
Ainda em estado vegetativo, o hospital o mandou para casa. Depois de uma semana em casa, ele faleceu, em 24 de setembro de 2010, numa sexta-feira.










